Coitado do Álvaro Dias. Se esforçou tanto! Mas houve isso, é o fim:
sexta-feira, 4 de março de 2022
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
Guerra Russo-Ucraniana de 2022
Nas postagens anteriores fizemos umas previsões muitíssimo acertadas desta guerra "Rússia versus Ucrânia". Eu já conhecia um pouco a história da Ucrânia devido a algumas análises que fiz da Guerra da Criméia de 2014. É difícil para a Rússia ter que fazer uma guerra com número mínimo de mortes e também vitoriosa em curto tempo. E quanto mais demorar a vitória, pior ficará consegui-la pois, o povo ucraniano, estar a participar da mesma. Será terrível, desesperador, mormente se começarem a chegar lança-foguetes e, as tropas ucranianas, começarem a ser alimentadas por forças externas. Por outro lado, o prolongamento dela colocaria em grande perigo, a Europa como um todo, pois os russos poderiam simplesmente tentar cortar as fontes de alimentação, gerando um conflito. Quanto mais a guerra demorar, maior a probabilidade da ocorrência de algum motivo para a Rússia guerrear com algum outro país. A grande vantagem da Rússia foi o bem sucedido ataque aéreo inicial, o qual deixou a Ucrânia praticamente sem esse importante setor militar. Os recursos da Rússia são imensos, e ela certamente irá ganhar. Mas pode não ser a vitória que ela quer. E, a correspondente derrota da Ucrânia, soar como uma vitória. A seguir, dados colhidos, hoje, de importante jornal de Kiev.
"Ukrainian Deputy Defense Minister Hanna Malyar has said that Russian armed forced have suffered big losses in the ongoing unprovoked invasion of Ukraine.
Writing on her facebook page she said that as of 15:00 local time today, Russian forces had suffered the following losses:
Tanks – up to 80
Aircraft – 10
Helicopters – 7
Personnel – 2,800
Armored combat vehicles of various types – 516" (https://www.kyivpost.com/ukraine-security/ukrainian-deputy-minister-russian-forces-suffering-big-losses.html).
domingo, 20 de fevereiro de 2022
Estão a Caminho da Guerra
Vi aquela cena ontem, "... primeiro os 225 órfãos!".
Tenho 59 anos de idade e desde os 14 acompanhamos de perto a política internacional em relação aos seus principais países protagonistas. Obviamente, a política em relação às famílias (maquiavelismo) é mais decisiva, mas também não podemos menosprezar os aspectos históricos das vidas dos estados. Com ênfase neste aspecto, afirmo sem medo algum de errar: estamos à beira de uma guerra muito devastadora. Os motivos:
1) A Ucrânia não é um país fraco, muito pelo contrário, é o berço da própria Rússia moderna;
2) Os ucranianos não são paus-mandados e a Rússia sabe, bem como os países ocidentais e, ambos, têm razões de sobra para temerem os ucranianos, mormente se houver refugiados em massa. Não virão como pedintes, muito pelo contrário. E se houver revolta contra o atual Governo da Ucrânia o clima ficaria extremamente pesado na Polônia, com possibilidade de desestabilização total da Europa do Leste;
3) A Rússia já não aguente a pressão do atual governo de Kiev em Donbass e eles têm que decidir a parada logo, do jeito usual. Só ainda não decidiram porque ambos os lados estão mutuamente respeitando as forças dos adversários;
4) Alguém muito poderoso vendedor de derivados de petróleo precisa vender gás para os consumidores europeus, fora os russos. A elite russa já está de saco cheio de perseguições pessoais e, a elite política ucraniana atual, tem matado essa bola no peito.
5) China e Rússia já deixaram muito claro que não têm temor algum de guerra total. Então, a Rússia atacará tudo o que julgar ameaçador para sua defesa. E os mísseis nucleares lançados recentemente é uma sinalização de poder mesmo, tal como fez a Coréia do Norte quando o Trump falou em atacar.
6) O raciocínio tolo de que não haverá mais guerras com muitas mortes, cercos e todos os tipos de atrocidades é errado. Continuam a querer torcer as orelhas uns dos outros, preferencialmente com alicate para não sujarem as mãos.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2022
Putin e Bolsonaro estão sobrando.
A concentração de tropas russas em volta da Ucrânia começou no início do Governo Biden e prisão de Medvedchuk, principal aliado de Putin na Ucrânia e pai de sua afilhada Daria. Antes disso e após isso, a OTAN já vinha fazendo muitos exercícios militares próximos da Rússia e, esta, reclamando. A OTAN diz que a Rússia irá invadir a Ucrânia e esta diz que não. A pergunta básica que não vi a imprensa mundial fazer é: se a Rússia não vai invadir e nem quer invadir, porque a Rússia posicionou suas tropas em condições de invadir? Deu o famoso "mãos ao alto", sem atirar. Ora, quem dar o "mãos ao alto" quer prender alguém. Quem, porquê? A Rússia dá a entender que este "mãos ao alto" é para evitar que a Ucrânia invada as regiões pro-russas rebeldes. Também falam, os russos, de linhas roxas ligadas a balas de curto alcance a menos de 5 minutos de Moscou. A advertência militar é: destruição completa e imediata de tudo que se ponha a menos de 5 minutos de violentar Moscou. Agora, o Parlamento Russo, hoje 15.02.2022, aprovou que Putin imite o que ocorreu na Criméia para as regiões rebeldes. Vejam o cheque duplo terrível: aceitam os acordos de Minsk ou terão que invadir as regiões rebeldes após sua rapidíssima crimeialização em curso (os habitantes da Criméia imitaram o ocorrido em Kosovo!). Ou seja: cumprimento dos acordos de Minsk ou ter que invadir a Rússia. E Putin ainda poderá continuar se fazendo de vítima e exigindo que a OTAN fique longe da Rússia. E tudo isso somado a uma simbiose completa com a China, coisa tão evitada por Henry Kissinger. Realmente, Putin está para a Política Mundial como Bolsonaro está para a Politica Brasileira. Ambos estão sobrando!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
A guerra na Ucrânia está cada vez mais difícil de ser evitada
sábado, 29 de janeiro de 2022
Um ministro que apanhou muito: Queiroga.
Ministro Queiroga, não seja pretensioso de querer ser lembrado como ministro que acabou com a pandemia. Nem se sabe se essa infeliz vai acabar agora. Ainda tem é letra no alfabeto grego! E as do chinês, nem começaram. Seja mais modesto. Diga que foste o ministro que mais apanhou. Taca interna, externa, de cima, de baixo, de lado, fuleiragem de todo tipo, xingamentos, "ameaças", apelações, o diabo, como costumam falar. E apesar de tudo, diga assim: aguentei e tô vivo!
Já foi heroismo de bom tamanho. Kkk!
Bolsonaro fica como vítima
Antes foi o Gilmar Mendes, o qual saiu do foco. Agora é Alexandre de Moraes. Não existem condições objetivas para afetar penalmente o Presidente sem que o mesmo seja afastado previamente pelo Congresso. O que ele, Moraes, está querendo? Perde tempo e não chegará a bom termo, pois todos estão vendo os excessos. Bolsonaro fica como vítima, daqui há pouco será santificado.