terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Confraternização natalina 2015 no IFPI

Data de postagem: 16 de dezembro de 2015
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Na próxima terça-feira, 22 de dezembro, o Instituto Federal do Piauí realizará sua confraternização de final de ano, reunindo docentes e técnicos administrativos. O evento será realizado na ADUFPI, a partir das 19h.
A comissão de Cerimonial destaca que haverá musica ao vivo com programação variada, sendo um importante momento de integração entre os servidores.
A participação no evento é realizada mediante adesão (R$ 25 por pessoa) e contará com o buffet (entrada, bebida e jantar). Os interessados devem entrar em contato com Regilda Barbosa e Janaína Linhares. 
por Diretoria de Comunicação Social


O texto acima é uma transcrição do convite para a Confraternização Natalina 2015 do IFPI. Na mensagem transcrita acima é dito:  "Os interessados devem entrar em contato com Regilda Barbosa e Janaína Linhares".  Como arrumar os 25 reais nós sabemos. Como se faz o contato? Corre o risco de aparecer servidor por lá sem que os organizadores saibam antecipadamente. Seja lá como for, espero que corra tudo bem. Afinal, desde a época de nosso saudoso colega Castelinho esta humilde festa (antes, mais simples e barata para todos!) tem sido muito bem organizada, com pleno cumprimento de suas finalidades.

sábado, 19 de dezembro de 2015

De onde vem a força de Dilma?

O grande vilão do Brasil tem sido a corrupção vinda do próprio sistema político associado à impunidade. Desde a eleição passada Dilma diz: no meu governo a corrupção foi combatida, prendeu-se vários corruptos e corruptores, etc, etc. Isto é verdade ou mentira? A verdade, é que é verdade. Em seu governo foi quando mais se prendeu corruptos, inclusive do próprio partido dela e dos aliados. Isto é paradoxal, mas é verdade. Alguns adversários dizem que em seu próprio governo existe corrupção. Quanto à questão da impunidade não avançam muito. Ela própria fica calada e a polícia federal, quando age, em última instância, fala em nome da Presidenta. Esta é a força colossal de Dilma perante a população. Quando as pessoas dizem que não estão gostando do governo dela, o fazem devido à não realização das expectativas econômicas que esperavam. Se o Impeachment ocorrer, será por questões puramente econômicas. Se ela tivesse meios de arrumar um dinheirinho... Aí reside o problema: dinheiro não se dá, se empresta quando se tem e quando existem reais garantias para a execução da dívida ou, pelo menos, dos juros. O Brasil tem que sair do pedestal e voltar à realidade. Deve-se: roubar menos e produzir mais; destruir as fábricas de direitos que não podem ser cumpridos e as de deveres desfocados da realidade; fazer controle de natalidade voltado para a responsabilidade; eliminar a indústria dos precatórios e pagar o que deve; acabar com os "reizinhos" da administração pública e incentivar os méritos dos cidadãos.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dignidade filosófica de Eduardo Cunha

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Quando uma pessoa tem meritório reconhecimento por alguma virtude é muito difícil a mesma não sentir orgulho por isto.  Fica estabelecida uma dignidade filosófica especial se esta virtude incide sobre conhecimentos. Eduardo Cunha é reconhecido como uma das pessoas no Brasil que mais bem conhecem o Regimento Interno da Câmara dos Deputados. Seria muito difícil ele cometer erros na condução do processo de Impeachment. O que ele poderia fazer era usar o poder discricionário, quando cabível, para conduzir as coisas conforme o seu querer. Mas entre isto e ilegalidade há grande diferença. Não vi ilegalidades serem cometidas por Cunha, até agora, relativamente ao processo de Impeachment. Quanto ao seu julgamento na Comissão de Ética, precisará de bons defensores pois, politicamente, está ficando difícil demais para ele.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Clipping

O último foi o de nº 34. Agora ficam mandando estas coisas para o e-mail da gente. Sinceramente, não sei porque, pois nunca explicaram o real motivo. Faltou a devida comunicação. Até a palavra, em inglês, não se encaixa para uma instituição nacional que visa antes de tudo, o Brasil e sua língua oficial. 

A palavra inglesa do momento é Impeachment, cuja etimologia, lá do velho latim de onde viemos, é: "impedir de por o pé".

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A estratégia de defesa de Dilma não é boa

A estratégia de defesa de Dilma contra o Impeachment é equivocada. Parece uma estratégia de marketing, pois apóia-se fortemente na ignorância do que seja Impeachment. Por enquanto, limita-se a dizer que se Dilma sair via Impeachment, é ilegal. Convencer um deputado que estudou Direito (e eles estudam, pois fazem as leis!) de que este raciocínio é correto é a mesma coisa que convencer uma criança concludente do ensino fundamental de que 2+2=5. É preciso muito agrado para o menino concordar com uma coisa destas. Mas aceitar ele não vai, de jeito nenhum! Levar o povo à rua para defender um argumento destes também é complicadíssimo pois, se os que dizem isto são os defensores da legalidade, como é que seus líderes estão presos por vários crimes, investigados ou denunciados? Tudo o que diz respeito à legalidade pede uma lógica mínima, a qual não é apresentada nesta estratégia. Imaginem a cena seguinte: "Joãozinho, vamos ali na praça defender a legalidade da permanência do governo do PT e a ilegalidade do Impeachment!" Um pedido destes exige conhecimento do que seja Impeachment, exige lógica, coisa do tipo causa e efeito, crime e castigo. Joãozinho poderá até ir fazer volume, mas se engajar na campanha, duvido!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Todos os ventos sopram a favor do Impeachment

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Momento da confusão na Câmara dos Deputados. Fonte: http://imguol.com/blogs/52/files/2015/12/Carama-LuisMacedo-8dez2015.jpg

A única tábua de salvação seria uma votação logo, enquanto os apoiadores de Dilma somam mais de 1/3. Os parlamentares adeptos do Impeachment estavam preocupados com a formação da Comissão e uma decisão rápida. Aí surge esta confusão e, com ela, os que levaram mais ações ao STF, como se lá já não houvesse um navio cargueiro cheio delas. E agora os oposicionistas ficam mais fortalecidos, pois terão mais tempo para ir atrás dos trinta votos que faltam para o Impeachment. Suponhamos que não tivesse havido a suspensão do processo. As oposições teriam que mostrar fragilidade, pois ainda não têm os votos todos (está perto!). Seriam obrigados a adiar a votação. Agora não precisam mais, pois o governo foi quem adiou, se encurralando. Com a delação premiada do Delcídio o desgaste irá aumentar. Aliás, esta delação só poderá ser aceita se houver um estrago danado. Estas idas do PT ao STF também irritam aqueles que já estão apoiando o Impeachment. Estas tentativas de barrar a massa inercial da Câmara pode até ser tática momentaneamente boa, mas a longo e médio prazo, é péssima. De fato, as decisões na Câmara sobem para o Plenário, onde o Impeachment já provou que tem maioria esmagadora.